No começo, até mesmo o governo de Santa Catarina era otimista e acreditava que o estado estava imune da crise econômica que já assolava a maioria dos demais em todo território nacional. No decorrer de 2016, os reflexos chegaram ao Estado e, por conseguinte em todos os municípios catarinense. Em Lages, diversos segmentos mercantis, comerciais e industriais foram atingidos. Primeiro foram as repartições públicas que receberam o impacto. A saúde pública é a que mais se percebe a devassa que a crise faz. A Farmácia Municipal de Lages, por exemplo, não possui vários medicamentos para atender a comunidade. Comenta-se que no Pronto Socorro Municipal, dependendo do medicamento aviado, o paciente tem que comprar para ser medicado. Nas corporações policiais, também a crise bateu às portas da Polícia Militar e Polícia Civil, cujas instituições estão com seus efetivos reduzidos. A crise é tanta que a PM já solicitou por apoio da população, no sentido de obter doações voluntárias para fazer frente aos gastos com a manutenção de sua infra estrutura. Sabe-se que o Governo do Estado determinou as reduções de gastos em muitas das secretarias estaduais, o que, com certeza irão fazer todos os prefeitos que irão ser empossados no dia 01 de janeiro de 2017. Com certeza, muitas demissões surgirão em breve.
Nenhum comentário:
Postar um comentário