De 2011, quando o IBGE
constatou quem em Lages haviam 461 famílias carentes, até o final do ano que
está findando, se tem a impressão que nada mudou; pelo contrário, piorou. Basta
sair por aí, na periferia, passar pelos bairros onde existem bolsões de pobreza,
e constatar que, é bem possível que as famílias carentes, em estado de miserabilidade
tenham aumentado.
Santa Renda?
Em 2013, a imprensa
anunciou que em Lages havia 17,5 mil pessoas na linha de miséria. Para
minimizar a situação, o Governo do Estado criou o Santa Renda para complementar
o Bolsa Família do Governo Federal. Disseram ainda que o Estado de Santa
Catarina seria o primeiro do Brasil a erradicar a extrema pobreza no País até
2014. Os investimentos seria na ordem de R$ 139,2 milhões de reais. O certo é
que, Lages continua em pior condição que em 2011. E o Estado de Santa Catarina
nada evoluiu, ficou como estava. Sobre os 139 milhões de reais, quem pode dizer
prá onde foram? Enquanto isso, a miséria aumenta. E como, na burocracia as
famílias carentes são apenas números que não têm sentimentos e não passam fome,
a vida segue, ou seja, assim como era em 2011 ainda é em 2016.
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