Quando existe muita conversa, pouca ou nenhuma ação é concretizada. Assim está com a questão do Colégio Militar da Polícia Militar. Em 2016, suas instalações estiveram num prédio cedido pelo SESC. Para 2017 buscam novo local. A ideia foi desalojar alunos e professores do antigo Colégio Melvin Jones, situado no bairro Guadalupe. É fácil para quem vive um gabinete, com ar condicionado, cafezinho a toda hora, cercado de assessores querer mudar a rotina de mais de uma centena de alunos e professores, distribuindo-os para estabelecimentos similares, sabe-se lá onde. Esquecem os executivos do Governo que, numa situação dessa há mutos fatores negativos, como por exemplo, as locomoções dos alunos desde suas residências até uma nova escola. Quem vai custear o transporte escolar? E a senhora Elza Moretto secretária da Educação? E o senhor gerente executivo da ADR Lages, João Alberto? Porque, em vez de causar desatinos às famílias, alunos e professores, não colocam o Colégio Militar no Prédio da antiga Casam que está abandonado, servindo de abrigo para mendigos e drogados? É bom lembrar que essas instalações já estão próximas do 6ºBPM e do Corpo de Bombeiros Militar, ou seja, instituições que já estão familiarizadas com o estabelecimento de ensino policial. Com certeza, não teria outra lugar melhor que esse. Basta querer e ter boa vontade. Afinal uma Agência de Desenvolvimento Regional existe para assessorar o Governo Central, e não causar problemas ao próprio Executivo Estadual.
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