A Moção aprovada pela Câmara de Vereadores de Lages, na Sessão Ordinária de 07/11, permitindo que a população de forma voluntária faça doações à PM (Polícia Militar) via conta de água da Semasa abriu brechas para que muitas pessoas fizessem suas próprias conjecturas políticas. Uma delas que, a Constituição Brasileira determina que todo cidadão brasileiro tenha direito GRATUITAMENTE, de Segurança. Educação e Saúde, sendo, portanto, o ato de fazer doações um Ato ilegal, já que a Polícia Militar é uma instituição pública, e que, sendo assim, cabe ao Estado a sua manutenção em todos os sentidos, como, alimentação da tropa, uniformes, armamentos, munições, viaturas e combustíveis.
Mais o que se houve:
Porque não foi dada a livre escolha para a população, em relação à instituição que ficaria encarregada de arrecadar as doações? Porque apenas a Semasa? A Celesc também seria uma opção! Indagam também o seguinte: A Secretaria de Estado da Segurança Pública permitiu que o 6º BPM optasse por esse meio para manter a subsistência e a infraestrutura da unidade policial em Lages? Já que é obrigação dessa Pasta do Governo do Estado arcar com todos os custos da Polícia Militar e Civil de Santa Catarina.
Desgaste político
Há quem diga que tudo isso que está ocorrendo é uma jogada política, ou seja, politicagem rasteira e mesquinha de gente contrária ao próprio Governador do Estado, Raimundo Colombo. Se pensar bem, tem sua razão de ser, pois pedir doações para a população custear as despesas da Polícia Militar é ir de encontro com o prestígio do Governador Colombo, em sua terra natal. É tocar nos brios do mandatário estadual. E isso é desprestigiá-lo politicamente. Será que aí não tem coisas pré meditadas? Porque estão pedindo donativos apenas para a Polícia Militar e não para a Polícia Civil também? Um tanto estranho. verdade? Vai acontecer que, como as doações são voluntárias, qualquer dias desses, a bandidagem vai comentar: "dei esmolas para a PM e agora me prendem!!!

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